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CRBA - Centro de Gestão e de Reservas de Dados e Bens Arqueológicos

Segurança e Gestão de Riscos

O Centro de Gestão de Dados e Reserva de Bens Arqueológicos (CRBA) do Instituto Politécnico de Tomar dispõe de um sistema estruturado de segurança e gestão de riscos, formalizado através de documentação técnica específica, que integra um manual de boas práticas, um regulamento interno de segurança e gestão de riscos e uma análise detalhada dos riscos existentes, desenvolvida de forma sistemática e fundamentada.

Este trabalho foi desenvolvido por Cláudio Monteiro (CAAPortugal / Tecn&Art), no âmbito do Programa de Implementação de um Modelo de Gestão de Riscos aplicado ao CRBA, incidindo sobre o arquivo documental analógico e digital, biblioteca científica especializada e os bens materiais arqueológicos sob a responsabilidade do centro.

Análise e Diretrizes para a implementaçáo de Modelo de Gestão de Riscos e Conservação do material documental, biblioteca e bens do CRBA

Manual de Boas Práticas CRBA - segurança e controlo de riscos

Regulamento Segurança e Gestão de Riscos - CRBA

O documento estabelece, desde logo, um conjunto coerente de boas práticas, assentes numa abordagem preventiva, proporcional e adaptada à realidade concreta do CRBA, considerando a sua configuração espacial, a tipologia dos bens patrimoniais, a intensidade de uso em contexto de ensino e investigação e os constrangimentos institucionais existentes. Estas boas práticas abrangem normas de acesso, manuseamento, circulação interna, acondicionamento, preservação ambiental, preservação digital e resposta a situações de emergência, constituindo um referencial operativo para todos os utilizadores do espaço.

Paralelamente, o programa consubstancia um regulamento de segurança e gestão de riscos, ao definir responsabilidades, procedimentos escritos, prioridades de atuação e regras claras de funcionamento, enquadradas em referenciais normativos reconhecidos, nomeadamente princípios da ISO 31000, orientações do ICCROM e enquadramento legal nacional aplicável ao património cultural e aos arquivos. Este regulamento não assume um caráter abstrato, mas operacional, estando diretamente articulado com as condições físicas e funcionais do CRBA

A componente central do trabalho consiste numa análise aprofundada e sistemática dos riscos, baseada na observação direta do espaço, na identificação de vulnerabilidades reais e na construção de cenários críticos, nomeadamente inundação, incêndio, preservação digital e circulação de pessoas e materiais. Para cada cenário são avaliadas a probabilidade, o impacto e o nível de risco, sendo propostas medidas concretas de mitigação, exequíveis e hierarquizadas, o que demonstra a existência de um verdadeiro modelo de gestão de riscos e não apenas de uma listagem genérica de ameaças.

Deste modo, pode afirmar-se que o CRBA possui documentação técnica estruturada que comprova a existência de boas práticas formalizadas, de um regulamento funcional de segurança e gestão de riscos e de uma análise rigorosa e aplicada dos riscos, assegurando uma abordagem cientificamente fundamentada à salvaguarda do património arqueológico, documental e bibliográfico sob a sua tutela.

 
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