Patologia e Reabilitação de Edifícios

Gestão da Edificação e Obras, Publicação em Diário da República - Despacho n.º 7571/2019 - 26/08/2019

5 ECTS; 2º Ano, Anual, 42,0 TP

Docente(s)
- Maria de Lurdes Belgas da Costa Reis

Pré-requisitos
Não aplicável.

Objetivos
1. Sensibilizar para os aspetos multidisciplinares da reabilitação de edifícios.
3. Conhecer as caraterísticas dos principais tipos de edifícios a intervir
2. Compreender os mecanismos de degradação dos materiais e dos edifícios.
3. Conhecer as patologias dos materiais e dos edifícios
3. Identificar os diversos tipos de anomalias
4. Saber diagnosticar as anomalias.
5. Conhecer técnicas de diagnóstico de anomalias
6. Conhecer as técnicas de reparação e reforço que permitam a escolha da solução mais adequada a cada tipo de obra.
7. Sensibilizar para os tipos e custos das intervenções de reabilitação.
8. Conhecer a legislação aplicável â reabilitação Urbana.

Programa
1. Anomalias não estruturais das construções
1.1 Causas e agentes das anomalias não estruturais: humanas; ações naturais; desastres naturais;
1.2 Anomalias devidas à humidade
1.3 Fissuração
1.4 Envelhecimento e degradação dos materiais
1.5 Desajustamentos face às exigências de segurança não estrutural e de conforto.
2. Patologia dos materiais
2.1 Patologias da pedra natural
2.2 Patologias do betão e do betão armado
2.3 Patologias das madeiras e derivados
3. Processos e técnicas de reabilitação:
3.1 Elementos de madeira
3.2 Betão e do betão armado
3.3 Construções em terra
3.4 Paredes de alvenarias de pedra e de tijolo
3.5 Coberturas: inclinadas e planas
3.6 Pavimentos: pisos térreos e elevados
3.7 Revestimentos de paredes
3.7.1 Revestimentos tradicionais
3.7.2 Revestimentos não tradicionais
3.7.3 Revestimentos pétreos e cerâmicos colados
3.7.4 Revestimentos descontínuos
3.7.5 Acabamentos
3.8 Exemplos práticos de casos de obra
4. Algumas noções sobre os custos das intervenções de reabilitação.
5. Legislação da Reabilitação Urbana





Metodologia de avaliação
Avaliação consta da realização de uma Prova escrita (65%) teórico-prática, realizada em Frequência, Exame ou Exame de Recurso, na qual os estudantes deverão obter a classificação mínima de 9,5 valores.
A avaliação é complementada com um Trabalho Prático Individual(35%). O trabalho consiste num relatório baseado no acompanhamento de uma obra de reabilitação, realizado no decurso do semestre ou, em opção, no estudo de uma técnica de intervenção que inclua materiais, equipamentos, processo de execução e custos.
O trabalho é de entrega obrigatória em qualquer um dos momentos de avaliação. A classificação final da Unidade Curricular é a que resultar da média ponderada entre a Prova Escrita e o Trabalho Individual.

Bibliografia
- Cóias, V. (2007). Reabilitação Estrutural de Edifícios Antigos – Alvenaria, Madeira: Técnicas Pouco Intrusivas, . (Vol. 1). Lisboa: GECoRPA
- Mascarenhas, J. (2013). Sistemas de Construção – Reabilitação Urbana . (Vol. XII). Lisboa: Livros Horizonte
- Costa et,al, A. (2014). Reabilitação Estrutural – Casos Práticos de Intervenção em Estruturas Patrimoniais. (Vol. 1). Instituto da Construçãorto: Instituto da Construção
- Cóias, V. (2009). Inspecções e Ensaios na Reabilitação de Edifícios, . (Vol. 1). Lisboa: ITT Press

Método de interação
Aulas expositivas para apresentação dos conteúdos, recorrendo a meios audiovisuais. Apresentação de casos reais que permitam a reflexão, discussão e a intervenção crítica dos alunos. Utilização prática dos equipamentos de diagnóstico disponíveis.

Software utilizado nas aulas
Não se aplica.